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Poesia à Bruxaria
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Poesia à Bruxaria

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“Preparem a lenha que nessa noite a fogueira vai arder,
As chamas dos marginais bruxos brilharão sem medo de morrer,
De sangue, suor e muita calor, o encantamento do bode iniciador.
Nas florestas e pântanos da Arcadia os bruxos chamam o deus de chifres Dianus e Aradia,
Salta, canta e encanta: Salve Satan o grande Mentor.
Das fogueiras da inquisição, as antigas almas e vítimas se unem novamente para a grande rebelião.
Não temos nada com os dogmas e as falsas doutrinas do passado e mal amado,
Sem tesão e luxúria, apático e sem gula.
Não sabemos o que é errado, não reconhecemos o pecado. Somos carne, sangue, ossos e espírito.
Na fogueira diabólica realizamos o Grande Rito.
Fogo em Ascenção, O Canto, O Anjo caído.
Portador da Luz, o Pai, a Mãe, o Bruxo Destemido.
Dança de frenesi erótico, o transe extático, o bode, satan no rito Sabático.
Voando mais alto que todos os sonhos, em prazer e união, não há temor, apenas força e paixão.
Nós invocamos a chama imortal, diante do fogo e com punhal, juramos secretamente diante a noite e o dia, um adeus a velhas dores,
A existência é pura Alegria.
Salve Pan, Salve Satan, A deusa e o deus,
A natureza somos nós e nós somos teus.”

Por Frater Magog

✨ Quadro da loja @caixadepandora56

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